Molas de linha
Modelos padronizados de compressão, tração e torção, com dimensional já definido. Você informa a medida e a quantidade; devolvemos preço e prazo.
Ver a linhaA Davia representa fabricantes de molas e cuida do caminho inteiro: da especificação ao reabastecimento. Você conversa com quem lê desenho técnico, não com um balcão de pedidos.
Cada demanda segue um fluxo diferente. Diga qual é a sua e você já cai com a pessoa certa, sem repetir a história três vezes.
Modelos padronizados de compressão, tração e torção, com dimensional já definido. Você informa a medida e a quantidade; devolvemos preço e prazo.
Ver a linhaSua engenharia envia o projeto — diâmetro do arame, diâmetro externo, passo, comprimento livre, material e carga de trabalho. Levamos direto ao fabricante e voltamos com modelo, preço e prazo.
Para quem já tem a mola rodando em linha. Acompanhamos consumo, prazo médio de entrega e avisamos antes de faltar — não depois que a máquina parou.
Falar sobre reposiçãoCurso, carga e número de espiras não são escolhas de catálogo: são o resultado de uma conta. É por isso que pedimos o dimensional antes do preço — e é por isso que a peça chega funcionando.
Mola industrial não tem código de prateleira: mesmo as de linha são fabricadas conforme desenho ou amostra. Trabalhamos por família — clique em uma para ver os formatos disponíveis.
Trabalham sob carga axial, armazenando energia ao serem comprimidas. É o tipo mais usado em máquinas, estampos, fechaduras e válvulas.
Puxam e sustentam cargas lineares. O tipo de gancho e o comprimento entre olhais mudam completamente a peça — sem esses dados não há cotação.
Resistência rotacional com pernas em ângulo definido. Comuns em articulações, travas, portas industriais e implementos agrícolas.
Também chamadas de Belleville. Carga elevada em espaço confinado, com deslocamento pequeno. Empilháveis em série ou em paralelo.
Fita metálica enrolada em espiral plana. Entrega torque constante e retorno progressivo em enroladores, carretéis e mecanismos de rearme.
Compressão e tração de pequeno porte, para eletroeletrônicos, cadeados, instrumentos e mecanismos de precisão. Exigem tolerância apertada.
Clipes, grampos, presilhas e hastes dobradas fora de padrão. Produzidos a partir de desenho, foto ou amostra física.
Travamento axial de eixos e furos, também chamados de anéis de retenção. Fornecidos conforme o dimensional da sede.
Com estes dados a proposta sai na primeira resposta. Sem eles, a conversa vira uma sequência de perguntas — e o prazo escorrega.
Não tem o desenho? Manda uma foto da peça ao lado de uma régua ou paquímetro, ou envia a amostra. A gente levanta o dimensional.
Depois do primeiro pedido, aquela mola deixa de ser um desenho perdido no e-mail e passa a ter identidade. O código carrega a especificação inteira: quem lê já sabe o que é a peça sem abrir o desenho.
Cada código nasce de um pedido real e fica no histórico do cliente que o originou. Na recompra, você repete o código — não o desenho. Material, acabamento e temperatura de trabalho continuam registrados na ficha da peça; só não entram no código, para ele não virar uma linha ilegível. Este módulo entra junto com o painel do comprador.
Quatro etapas, na ordem. Você sabe sempre em qual delas o seu pedido está.
Você manda o desenho, a medida, a foto ou a própria peça de referência. Se faltar dado, a gente pergunta o que falta — só isso.
Conferimos viabilidade de fabricação, material e tratamento junto ao fabricante representado.
Você recebe a proposta com o dimensional fechado e a data de entrega. Sem cotação aberta que nunca vira nada.
Entrega programada e acompanhamento de consumo para o próximo lote sair antes de você precisar pedir.
Estamos construindo um painel para clientes recorrentes acompanharem o próprio consumo e comprarem sozinhos, sem depender de e-mail. Quer participar dos primeiros testes?
Quero testarManda o desenho ou descreve a peça. Se der para fabricar, você sai da conversa com preço e prazo.
Trabalham sob carga axial, armazenando energia ao serem comprimidas. É o tipo mais usado em máquinas, estampos, fechaduras e válvulas.
Diâmetro constante do início ao fim. É o formato padrão e o mais barato de produzir.
Diâmetro decrescente. Ocupa menos altura quando comprimida e resiste melhor à flambagem.
Diâmetro maior no meio, também chamada de tonel. Ganha estabilidade lateral em curso longo.
Estes são os formatos que os fabricantes produzem, não peças de prateleira. Cada uma é fabricada no dimensional que você informar.
Puxam e sustentam cargas lineares. O tipo de gancho e o comprimento entre olhais mudam completamente a peça — sem esses dados não há cotação.
Olhal formado pela própria última espira. É o gancho mais comum e o de menor custo.
Olhal afastado do corpo por um trecho reto. Usado quando o ponto de fixação é distante.
Tampão roscado nas pontas, para montagem com regulagem de pré-carga.
Estes são os formatos que os fabricantes produzem, não peças de prateleira. Cada uma é fabricada no dimensional que você informar.
Resistência rotacional com pernas em ângulo definido. Comuns em articulações, travas, portas industriais e implementos agrícolas.
As duas pernas saem tangentes ao corpo. Formato base para a maioria das aplicações.
Pernas com dobra na ponta, para encaixar em furo ou pino sem peça extra.
Dois corpos ligados por uma ponte central. Dobra o torque sem aumentar o diâmetro.
Estes são os formatos que os fabricantes produzem, não peças de prateleira. Cada uma é fabricada no dimensional que você informar.
Também chamadas de Belleville. Carga elevada em espaço confinado, com deslocamento pequeno. Empilháveis em série ou em paralelo.
Uma única arruela cônica. Carga alta com deslocamento pequeno.
Empilhadas na mesma direção invertida. Soma o curso e mantém a carga.
Empilhadas no mesmo sentido, encaixadas. Soma a carga e mantém o curso.
Estes são os formatos que os fabricantes produzem, não peças de prateleira. Cada uma é fabricada no dimensional que você informar.
Fita metálica enrolada em espiral plana. Entrega torque constante e retorno progressivo em enroladores, carretéis e mecanismos de rearme.
Fita enrolada em plano. Torque progressivo conforme se enrola.
Ponta interna formada em olhal para encaixar direto no eixo.
Seção mais larga para entregar torque constante em enroladores e carretéis.
Estes são os formatos que os fabricantes produzem, não peças de prateleira. Cada uma é fabricada no dimensional que você informar.
Compressão e tração de pequeno porte, para eletroeletrônicos, cadeados, instrumentos e mecanismos de precisão. Exigem tolerância apertada.
Corpo helicoidal de bitola fina para mecanismos de precisão.
Versão reduzida com olhais, para acionamentos leves e retorno de contatos.
Pernas curtas e corpo pequeno, comum em travas, cadeados e conectores.
Estes são os formatos que os fabricantes produzem, não peças de prateleira. Cada uma é fabricada no dimensional que você informar.
Clipes, grampos, presilhas e hastes dobradas fora de padrão. Produzidos a partir de desenho, foto ou amostra física.
Arame dobrado em laço de pressão, para prender ou reter peças.
Perfil em U com pernas paralelas, geralmente montado sob pressão.
Peça com dobras múltiplas em mais de um plano, feita sob desenho.
Estes são os formatos que os fabricantes produzem, não peças de prateleira. Cada uma é fabricada no dimensional que você informar.
Travamento axial de eixos e furos, também chamados de anéis de retenção. Fornecidos conforme o dimensional da sede.
Monta em canaleta usinada no eixo, travando a peça pelo lado de fora.
Monta em canaleta dentro do furo, travando a peça por dentro.
Encaixe lateral sem precisar passar pela ponta do eixo. Montagem e troca rápidas.
Estes são os formatos que os fabricantes produzem, não peças de prateleira. Cada uma é fabricada no dimensional que você informar.